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Sem dúvida nenhuma, a oração é imprescindível na vida de todo cristão. Santa Rita fez da sua vida uma contínua oração. Assim, apresentamos aos devotos e admiradores de Santa Rita, uma novena a ser recitada integralmente, todos os dias, em honra desta Santa admirável.

Exercício para todos os dias:
(clique o item para acessar)

Índice da novena:

1-) Invocação ao Espírito Santo
2-) Oração preparatória
3-) Meditação própria para cada dia
4-) Oração pelos doentes
5-) Oração final

 

1-) Invocação ao Espírito Santo

A nós descei, divina luz,
a nós descei divina luz.
Em nossas almas ascendei,
o amor, o amor de Jesus.
..

 

2-) Oração preparatória

Gloriosa Santa Rita,
exemplo e modelo em todos os estados da vida cristã,
sendo grave o vosso poder na presença divina,
suplicamos nos consigais todos os auxílios necessários,
para que a nossa vida seja a imitação contínua de Jesus Cristo,
seguindo os seus exemplos,
copiando as suas virtudes
e vivendo sua doutrina.

Valei-nos, poderosa Santa Rita,
em todas as nossas necessidades.

Alcançai-nos a saúde,
para que, com o nosso trabalho,
honesto e honrado,
possamos conseguir o sustento necessário
à nossa existência.

Se a doença ou a pobreza nos visitarem,
dai-nos paciência e resignação.
Se a humilhação, a calúnia e o desprezo
oprimem a nossa alma,
Santa Querida, não abandoneis os que em vós depositam inteira confiança.

Vós que tanto sofrestes, compadecei-vos de nós,
e obtenden-nos as graças e os auxílios divinos,
para a nossa santificação,
e conseguirmos a felicidade eterna.

Amém.
..

 

3-) Meditação própria do dia
(clique no dia para acessar)

 

.:. Primeiro dia:
Nascimento e infância de Santa Rita

.:. Terceiro dia:
Santa Rita, mãe e viúva

.:. Quinto dia:
Vida e oração

.:. Sétimo dia:
Mortificação de Santa Rita

.:. Nono dia:
Glorificação de Santa Rita

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.:. Segundo dia:
Casamento de Santa Rita

.:. Quanto dia:
Santa Rita religiosa

.:. Sexto dia:
Vida de fé de Santa Rita

.:. Oitavo dia:
Morte de Santa Rita

 

4-) Oração pelos doentes

Senhor Deus, Pai onipotente
consolação dos aflitos e saúde dos enfermos,
suplicamos à vossa imensa piedade
vos digneis visitar vossos filhos,
cujos corpos estão prostrados pela doença;
confortai as almas que criastes, a fim de que,
purificadas pelo sofrimento,
se sintam restabelecidas por vossa bondade
e possam, em vossa assembléia,
dar graças a Vós, nosso Pai.

Amém

(Só o dirigente): O Senhor Jesus: esteja ao lado dos nossos doentes, para defendê-los; dentro deles, para conservá-los; diante deles, para guardá-los; sobre eles para abençoá-los. Ele que vive e reina pelos séculos dos séculos.

Amém.

Pai Nosso... Ave Maria... Glória ao Pai...

 

5-) Oração final

Milagrosa Santa Rita, esperança dos desvalidos
e consolação dos que sofrem,
intercedei pelas crianças,
conservai nelas a inocência e pureza batismais,
que nunca sejam vítimas do pecado
e sempre guardem em sua belas almas a graça divina.

Olhai, benigna protetora, e socorrei os nossos jovens.
Alcançai-lhes as forças necessárias
para resistirem ao pecado, ao vício e à maldade.

Ó amável Santa Rita, esposa modelo,
que soubestes santificar os deveres
e as imperfeições humanas do casamento,
vos pedimos pelos esposos cristãos:
que eles aceitem o matrimônio
como meio de santificação e perfeição;
em tudo procurem a glória de Deus
e o maior bem espiritual próprio e dos filhos;
com paciência e espírito de sacrifício,
tolerem as dificuldades da vida;
desculpem-se mutuamente
e exercitando-se nas virtudes familiares,
sejam um exemplo vivo para os filhos.

Não esqueçais, Santa Rita, as almas que,
desamparadas e desoladas,
sofrem as tristes e pungentes conseqüências da viuvez.
Consolai as que, como vós,
choram a irreparável ausência do esposo querido,
esperança e arrimo nas suas vidas.
Aliviai as suas dores,
enxugai as suas lágrimas,
alcançai-lhes resignação e conformidade, para que,
refugiando-se na vontade de Deus,
abracem pacientemente, como vós,
a cruz da viuvez,
e se empreguem no serviço e amor do Senhor.

Para todos nós imploramos vossa proteção e intercessão,
a fim de que,
servindo e amando a Jesus nesta vida,
tenhamos a felicidade de contemplá-lo no céu.

Amém.
..

 

 

Meditações para cada dia:

 

.:. Primeiro dia:
Nascimento e infância de Rita

Rita nasce numa pequena aldeia na região de Cássia, Província da Úmbria, chamada Roccaporena, no ano 1381, filha do casal Antônio e Amata.
Os historiadores do tempo se referem à situação calamitosa daquela época; o cisma do Ocidente causa uma grande confusão no mundo de então. A Europa vê-se ameaçada pelos muçulmanos que dominam a Espanha. A Úmbria é constante palco de bandidos, ladrões e malfeitores que depredam e semeiam a confusão por toda a parte. Os historiadores costumam dizer que a Úmbria é terra de bandidos e santos. Se os malfeitores são muitos, muitos também são os santos que marcaram a história da região. como a nossa Santa Rita. É em meio à agitação de todo o tipo que Rita vem ao mundo, vive, dá seu testemunho evangélico de santidade.
Os documentos mais antigos sobre Santa Rita ressaltam a simplicidade do lar em que se criou. Seus pais são analfabetos, mas na freqüência à igreja vão aprendendo as lições do evangelho. Aprendem, vivem e ensinam à menina Rita a dar os primeiros passos na vida cristã. Os biógrafos da Santa põem em relevo um tipo de apostolado exercido pelos pais de Rita: são pacificadores. Semeiam a paz em meio aos bandos armados e às famílias desajustadas. Outro traço marcante deste lar é a oração. Rezam na igreja, rezam em casa, e fazem da vida uma oração.

.:. Segundo dia:
Casamento de Santa Rita

No agitado final do século XIV, não se poderia imaginar uma dedicação integral a Cristo a não ser nos conventos e mosteiros, verdadeiros refúgios de paz em meio à confusão geral. Rita ainda menina acalenta este ideal. Aprende a rezar com seus pais, e na oração encontra a resposta às suas indagações. Deus, porém, tem seus planos que, às vezes não coincidem com aquilo que nós imaginamos ser a felicidade. Rita imagina a felicidade na paz do convento. Mas, Deus quer fazer de Rita um exemplo de santidade, nos caminhos mais diferenciados possíveis. Com seus 17 ou 18 anos, surge um pretendente. Não é por certo, o homem ideal para nenhuma moça cristã. Rapaz violento, dado à farras e bebedeiras. Mas Rita acostumara-se a ver na vontade de seus pais, a vontade de Deus. E o rapaz, chamado Paulo Fernando, consegue o seu intento. Dentro de pouco tempo era realizado o casamento. Rita aceita aquele casamento, e empenha-se em viver a vida cristã com o homem que Deus colocara no seu caminho. Os historiadores falam do caráter violento de Paulo, de suas brigas e bebedeiras, como também de seu envolvimento com os bandos armados que percorriam a região. Sem dúvida Rita ouvira falar do exemplo de Santa Mônica, mãe de Santo Agostinho, que com paciência, ternura, modéstia e humildade conseguira transformar seu marido Patrício e levá-lo a receber o batismo antes de sua morte. A região de Rita conta com inúmeros conventos de frades agostinianos, muitos deles famosos por sua santidade de vida e pela pregação do evangelho. Estes frades atendem espiritualmente o povoado de Rita, Roccaporena. Deles, Rita aprende as lições de humildade e mansidão, e começa a viver dentro de casa, em plenitude, as lições do evangelho. Em pouco tempo Paulo transforma-se. Deixa de ser aquele marido violento e esforça-se por ser mais compreensivo e mais dedicado aos filhos e à esposa.
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.:. Terceiro dia:
Santa Rita, mãe e viúva

Do casamento de Rita com Paulo Fernando nascem dois filhos. E naquele lar, transformado pela piedade de Rita, começa a reinar a paz. Sustentada pela força dos sacramentos, Rota dá a seu casamento a verdadeira dimensão de sacramento e consegue fazer de sua família aquilo que hoje chamamos "Igreja doméstica". Rita ama intensamente seu marido e seus filhos. Rita aceita o casamento não como uma carga pesada para ser levada com gemidos e lamentos. Não pensemos que Rita aceita o marido como uma imposição.
Eis que surge mais uma pedra - na verdade, muitas pedras - no seu caminho, quando as coisas tinham entrado na harmonia da paz e o lar já podia ser chamado um lar cristão. Para uma pessoa que não tivesse fé inquebrantável poderia parecer uma montanha de dificuldades. Os habitantes da região não tinham esquecido o comportamento anterior de Paulo, marido de Rita. Voltando, numa noite, de Cássia, onde estivera tratando de negócios, ao passar pelo estreito caminho que margeia o rio, é atacado pelos seus inimigos e assassinado. Diante da morte do marido, Rita não se enche de cólera. Com o Senhor Jesus aprendera a perdoar. Perdoa e reza. Reza por seu marido e pelos assassinos.
Não param aí os sofrimentos de Rita. Num curto espaço de tempo ela perde ainda os seus dois filhos. Toda a sua vida tinha é uma entrega ao Senhor. Por amor abraçara a vida conjugal, no amor tivera dois filhos, com amor conquistara o marido, amansara seu caráter briguento e impetuoso, transformando-o em um marido amoroso e dedicado à educação dos filhos e à vida cristã. Rita torna-se, então, um exemplo para as viúvas.

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.:. Quanto dia:
Santa Rita religiosa

Viúva, Rita começa a pensar. Quem sabe surgia ali a grande oportunidade de sua vida. Não havia afastado a hipótese de um antigo desejo de doação a Deus na vida religiosa. O desejo vai tomando forma e Rita vai estudando as possibilidades de torná-lo realidade. Sua idéia fixa-se no convento das agostinianas de Cássia. Cássia fica a uma distância de apenas uns cinco quilômetros de Roccaporena. A decisão de Rita de tornar-se religiosa não se trata de uma fuga. Não é o medo do mundo que vai conduzi-la ao claustro. É exclusivamente o amor. Por amor tinha seguido os caminhos mais diversos. Por amor quer entregar-se inteiramente ao serviço de Deus. Quando alguém, homem ou mulher, toma a decisão de abraçar a vida religiosa, a única motivação é o amor a Cristo. Se alguém se torna religioso é para responder ao chamado de Cristo. E isto não pode ser mudado. Amar a Cristo, desejar estar em comunicação com Ele, viver na expectativa de ser transformado por sua graça, colocar todo o empenho para fazer de sua vida uma imitação da vida de Jesus, esforçar-se por viver as bem-aventuranças, eis o núcleo da vida religiosa. Sem dúvida nenhuma, é com uma visão assim que Rita decide empreender seu novo caminho de consagração total a Cristo. Os biógrafos da santa contam que Rita tenta uma e mais vezes a entrada no convento das agostinianas de Cássia, após a morte dos filhos. O convento não aceita a entrada de viúvas. Diante de muitas recusas, seria para desanimar. Mas Rita aceita, reza e espera. Espera e o Senhor dobra os regulamentos rígidos do convento e faz com que as freiras a aceitem na comunidade.

 

.:. Quinto dia:
Vida e oração

No silêncio do claustro Rita, com simplicidade de criança, vai aprendendo a executar com atenção a prece da igreja. A grande lição que Rita aprende na escola de Santo Agostinho é unir vida e oração. Rita vai aprendendo que a oração é um longo vôo, um êxodo, como dos pássaros migrantes. Nesta caminhada ela vai descobrindo que a oração é uma longa paciência, é colocar-se em estado de ser "capaz de Deus", ou, ainda, na condição de "pobre diante de Deus". Rita vai descobrindo que, conforme a alma se aproxima de Deus, pressente que há um estado de oração, no sentido de conversão e de resposta a Deus, que não terminará jamais. Assim dedica-se ainda mais à oração. Os primeiros biógrafos da Santa põem em relevo sua profunda oração e sua devoção ardente ao Cristo padecente. Na verdade, é o sacrifício de Cristo que confere à nossa oração o valor de holocausto que sobe a Deus. A oração é, portanto, a palavra de Deus que se torna nossa palavra; é uma procura de vida interior; é o sustento de nossa vida. Meditando a vida de Santa Rita compreendemos que a verdadeira oração cristã é um mergulho de toda a nossa vida em Deus da qual saímos transformados.
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.:. Sexto dia:
Vida de fé de Santa Rita

Os santos não apenas recitam os artigos do Credo. Dão sua adesão plena a Cristo. Aceitam viver aquilo que rezam. Quando Rita de Cássia assume o casamento, ela o faz conscientemente. Casa-se e procura realizar-se no cotidiano da vida conjugal. Sabe que o casamento não termina ao pé do altar. Entende que cada dia deve estar renovando seu consentimento e a graça do sacramento. Diante da realidade dura da presença de um marido briguento e farrista, Rita não faz da oração uma fuga. Aceita a situação e ama ternamente seu marido. E com mansidão vai dominando seu gênio difícil. Mais tarde, após ter conseguido a transformação espiritual do marido, recebe a sua morte, assassinado pelas mãos de antigos adversários. Rita é uma mulher forte e de Fé. A Fé leva-a a aceitar o acontecimento. Fica viúva, mas tem dois filhos que iluminam sua vida. E Deus chama os dois para a eterna mansão. Seria o caso de dizer que era carga muito pesada para os ombros frágeis daquela mulher. Mas a Fé de Rita não era um simples dado intelectual. Toda a sua vida era uma resposta de Fé. E é na luz da Fé que Rita caminha durante toda sua vida, para demonstrar que a santidade deve ser vivida em todas as situações, para dizer a nós que é assumindo nosso dia-a-dia que chegaremos a ser verdadeiros cristãos e santos.

 

.:. Sétimo dia:
Mortificação de Santa Rita

As imagens de Santa Rita representam-na sempre com um espinho na fronte. Sem dúvida, uma forma de mostrar como Rita procurou, durante toda a sua vida, unir-se à Paixão de Cristo. Também uma forma de mostrar ao público o estilo de vida despojado e mortificado da Santa, na aceitação do sofrimento e da dor, como uma forma de completar a Paixão de Cristo.
Rita empreendeu uma peregrinação a Roma. Uma peregrinação naqueles tempos era uma autêntica penitência. Era feita a pé, sofrendo os rigores da caminhada, as intempéries das estações, o frio e o calor, a alimentação minguada. Os biógrafos da Santa referem-nos esta peregrinação feita por ela na celebração do jubileu no ano santo de 1450. Contam-nos seu alto espírito de sacrifício e a forma como se curou a chaga de sua fronte, até o retorno ao convento, quando voltou a abrir-se.
Pela penitência os santos querem estabelecer o domínio sobre o corpo. Durante muitos anos ela sofreu a dor e a humilhação por causa da chaga aberta na sua fronte. Isto levou-a ao ponto de morar num quartinho, separado da comunidade. Com resignação e unindo-se ao Cristo, suportou santamente aquele sofrimento.

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.:. Oitavo dia:
Morte de Santa Rita

Toda a vida de Rita, passando pelos estágios mais diferenciados e difíceis, é uma constante caminhada rumo à pátria celeste. Sua verdadeira e última doença começa realmente em 1453 e vai até a sua morte, quatro anos depois. Toda a vida humana é uma caminhada. A própria Igreja chama-se peregrina, e o povo de Deus vai peregrinando pelos caminhos do mundo, para chegar um dia à mansão do Pai.
Santa Rita morre no dia 22 de maio de 1457, aos setenta e seis anos de idade. A partir de sua morte, começa a crescer a fama de sua santidade; e o humilde convento de Cássia vai recebendo grupos e mais grupos de gente, para os funerais. A fama dos milagres de Santa Rita espalha-se rapidamente. O nome da Santa fica para sempre ligado à intervenção nos casos difíceis. Para nós, o que tem sentido, mais que fatos extraordinários acontecidos na sua morte, é sua vida inteira. Uma vida vivida em muitos caminhos, mas sempre orientada para Deus. Uma vida que teve momentos fortes de dor, de ansiedade, de ternura, de dúvidas, de fracassos e vitórias, de tristezas e alegrias, como nossas vidas. Santa Rita foi uma criatura humana que percorreu tão diferentes caminhos, deixando, em cada um deles, um exemplo para nós.

 

.:. Nono dia:
Glorificação de Santa Rita

Morta no dia 22 de maio de 1457, seus funerais tiveram lugar, provavelmente, no dia 24. Já no dia 25 desencadeou-se uma verdadeira onda de milagres. Até o dia 18 de junho contam-se onze milagres devidamente comprovados. É interessante observar que Santa Rita, por um privilégio singular, nunca foi enterrada. Depois de sua morte, a Santa foi colocada numa caixa de cipreste ou nogueira. Esta caixa, colocada sob o altar do mosteiro foi danificada por um incêndio, alguns anos depois, permanecendo seu corpo inteiramente intacto. Este mesmo corpo está conservado até nossos dias. Todos podem vê-lo em Cássia, colocado numa magnífica caixa nova no centro da capela dedicada à Santa, no Santuário construído a partir do ano de 1937. Atualmente o rosto parece algo mumificado e amorenado, mas intacto e bem conservado.
Rita foi beatificada em 1628 e a canonização foi realizada no dia de Pentecostes do ano santo de 1900. Quando a Igreja elevou Santa Rita às honras dos altares, depois de um longo e minucioso processo e após a manifestação de inúmeros milagres, apresentou esta humilde freira agostiniana como exemplo a ser imitado por todos nós em qualquer estado ou condição de vida.
Chega a ser um o fenômeno digno de estudo o caso da veneração que o povo brasileiro tem por Santa Rita. É imenso o número de Igrejas e capelas que delicadas ao culto de Deus, sob a proteção da Santa. É grande, também, o número de cidades, arraiais e lugarejos com o nome de Santa Rita. Fazendas, bairros, usinas, lojas, farmácias e indústrias, com o nome da Santa, multiplicam-se por todo o Brasil.
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Ordem dos Agostinianos Recoletos, Província Santa Rita de Cássia  © 2004