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Í
n d i ce
O
nascimento
Infância e juventude
Esposa e mãe
Em busca do antigo sonho
A vida no convento
A morte de Santa Rita
Beatificação e Canonização |
Santa
Rita
de
Cássia,
rogai
por
nós !
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O
nascimento
Santa
Rita nasceu em um pequeno povoado chamado Roccaporena, situado na região
de Cássia, na Província da Úmbria, no centro da Itália.
Na Úmbria nasceram muitos filhos ilustres, entre eles São
Francisco de Assis, São Bento e Santa Clara, além de Santa
Rita.
Os
pais de Santa Rita, Antônio Mancini e Amata Ferri, formavam um casal
exemplar e eram conhecidos pelos seus concidadãos como "pacificadores
de Jesus Cristo". Gozavam de imenso prestígio e autoridade
no meio daquela gente por causa de suas virtudes. Sua ocupação
diária era visitar os vizinhos mais necessitados levando a eles
ajuda espiritual e material.
Para
que sua felicidade fosse completa, porém, faltava ao casal um filho
que estreitasse ainda mais seu amor. Apesar da idade avançada de
Amata, eles não deixaram de confiar em Deus e foi assim que o Senhor
atendeu às suas preces: conta a história que um anjo apareceu
à ela e lhe revelou que daria à luz uma menina que seria
a admiração de todos pois fora escolhida por Deus para manifestar
a todos os seus prodígios.
Em
1381 nasceu esta admirável criatura que foi batizada em Santa Maria
dos Pobres, em Cássia, porque o pequeno povoado de Roccaporena
somente passou a ter uma pia batismal em 1720. O nome de Rita, diminutivo
de Margarida (Margherita, em italiano) foi revelado pelo anjo, e com esse
nome a Santa se tornou conhecida para sempre.
Quando
Antônio e Amata iam trabalhar nos campos, colocavam sua filhinha
em um cestinho de vime que levavam consigo e abrigavam-na à sombra
das árvores.
Um
dia, enquanto lavradores e pássaros cantavam em uníssono,
a criança sonhava com os olhos voltados para o céu azul.
Foi quando um grande enxame de abelhas brancas a envolveu fazendo um zumbido
especial. Muitas delas entravam em sua boca e aí depositavam mel,
sem a ferroar, como se não tivessem ferrões. Nenhum gemido
da criança aconteceu para chamar a atenção de seus
pais; ao contrário, a pequena Rita dava gritinhos de alegria.
Enquanto
isso, um lavrador que estava próximo feriu-se com uma foice recebendo
um grande talho na mão direita. Dirigindo-se imediatamente para
Cássia a fim de receber os necessários cuidados médicos,
ao passar perto da criança viu as abelhas que sumbiam ao redor
de sua cabeça. Parou e agitou as mãos para livrá-la
do enxame. No mesmo instante, sua mão parou de sangrar e o ferimento
se fechou. Ele deu gritos de surpresa, o que chamou a atenção
de Antônio e Amata que correram ao local. O enxame, por poucos instantes
disperso, voltou ao seu lugar e mais tarde, quando Rita foi para o mosteiro
de Cássia, as abelhas ficaram nas paredes do jardim interno.
Este
fato é relatado por todos os biógrafos da Santa e transmitido
pelas tradições e pinturas que a ele se referem. A Igreja,
tão exigente para aceitar as tradições, insere esta
circunstância nas lições do Breviário. Tendo
atribuído o nascimento de Rita a um milagre, seus pais também
atribuíram este acontecimento a um prodígio divino.
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A
Úmbria
(no mapa,
em vermelho)
é uma Província
que se localiza
no centro
da Itália. |
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Rocapporena,
cidade natal
de Santa Rita
de Cássia,
fica distante
5 kms
de Cássia. |
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Infância
e juventude
Rita
era para seus pais um precioso dom concedido à fé e às
orações, e assim eles se esmeraram em educar a sua filha
nos sentimentos religiosos. Analfabetos, procuravam transmitir à
criança seus conhecimentos da vida de Nosso Senhor Jesus Cristo,
da Santa Virgem Maria e dos santos populares.
Apenas
chegara à idade da razão e apareceram em Rita os primeiros
sinais de virtude que, sob influência da graça divina, desenvolveram-se
em sua bela alma.
Rita
era um anjo, dócil, respeitosa e obediente para com seus velhos
pais, a quem amava com delírio. Os ensinamentos que seus pais lhe
davam levaram-na a decidir, aos 8 anos de idade, a consagrar a sua virgindade
a Jesus, esposo das virgens.
Gostava
tanto da vida retirada que seus pais lhe permitiram ter um oratório
dentro de casa; alí passava os dias meditando no amor de Jesus
e purificando seu inocente corpo com penitências.
Aos
16 anos já pensava no modo de confirmar definitivamente sua consagração
a Jesus Cristo por meio dos votos perpétuos. Rita chegou a pedir,
de joelhos, licença para entrar no convento. Seus pais, porém,
com a idade avançada, guiados pelo amor natural e não querendo
deixá-la só neste mundo, resolveram casá-la com um
jovem que pedira sua mão. Não se sabe exatamente qual a
idade de Rita nessa época. Certos autores dizem que ela tinha 18
anos.
Que
lutas e que dores para o coração dessa jovem! Ela se via
ntre o amor à virgindade e a obediência devida a seus pais.
Não tinha coragem de dar a um homem o coração que
desde a infância consagrara a Deus e, por outro lado, causavam-lhe
piedade seus velhos pais, muito idosos, aos quais se acostumara a obedecer
nas mínimas coisas.
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Esposa
e mãe
O
jovem que pedira a mão de Rita era Paulo Fernando, descrito como
um homem pervertido, de caráter feroz e sem temor a Deus, com o
qual não se podia discutir e que seria capaz de provocar um verdadeiro
escândalo se Rita e seus pais não consentissem nesse casamento.
Foi assim que Rita se viu obrigada a esse casamento.
Quanto
padeceu ela no longo período de 18 anos que viveu com seu esposo!
Injuriada sem motivo, não tinha uma palavra de ressentimento; sem
os direitos que à ela cabiam, não se queixava e era tão
obediente que nem à Igreja ia sem a permissão de seu brutal
marido.
A
mansidão, a docilidade e prudência da esposa, porém,
suavizaram aquela rude impetuosidade, conseguindo transformar em manso
cordeiro aquele leão furioso. Fernando não pôde resistir
a tanta abnegação e mudou completamente de vida, tornando-se
um marido respeitoso.
Rita
sentia-se muito feliz por ver o seu marido convertido ao bom caminho.
Não se cansava de dar graças a Deus por tamanho benefício.
Sentia-se feliz por educar nos princípios da religião os
dois filhinhos que o céu lhe dera: João Tiago e Paulo Maria.
Mas
durou pouco tempo aquela felicidade de esposa e mãe! Quando menos
esperava tudo mudou, e de um modo muito violento e trágico: seu
marido foi ferozmente assassinado pelos inimigos que fez em sua vida de
violência. Rita tomou todas as providências para um sepultamento
digno para seu marido, multiplicando suas orações e penitências
em sufrágio da sua alma. Praticou, ainda, o supremo ato heróico
de perdoar os seus assassinos.
Refeita
da primeira dor causada pela morte do marido, a piedosa mulher concentrou
toda sua atenção e solicitude em seus dois filhos. A mãe
atenta percebia que os dois jovens apresentavam sintomas de desejos de
vingança, o que ela não podia aceitar. Rita percebeu que
seus filhos não mais a escutavam com a mesma docilidade e que a
voz do sangue os arrastaria mais tarde ao mal.
Quando
se viu em tal situação, a mãe dedicada tomou uma
resolução heróica e pediu a Jesus Crucificado que
levasse os seus filhos inocentes se fosse humanamente impossível
evitar que se tornassem criminosos.
Um
após outro caíram doentes os meninos e Rita os tratou com
o máximo cuidado, velando para que nada lhes faltasse e procurando
todos os remédios necessários para lhes conservar a vida,
mesmo à custa dos maiores sacrifícios.
Sabia
que era seu dever socorrê-los e queria cumprir generosamente esse
dever. Os meninos morreram. Foi breve o intervalo da morte de um e do
outro. Eles morreram cerca de um ano depois da morte do pai. Rita depositou
os corpos de seus filhos ao lado de seu marido e ficou só no mundo;
só, mas com seu Deus.
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Em
busca do antigo sonho
Desligada
dos laços do matrimônio e dos cuidados maternais pela morte
do esposo e dos filhos, Rita passou a se dedicar com afinco à prática
das virtudes, às obras de caridade e à oração.
A caridade para com o próximo era inesgotável. Não
se contentando em dar o que tinha, trabalhava com suas próprias
mãos para poder fazer mais. E convidava suas amigas e conhecidas
para que fizessem o mesmo.
Tudo
isto, porém, não bastava para aquela alma inflamada pelo
amor divino. Em seus sonhos de menina, Rita sempre tinha aspirado ao claustro
como a um asilo de paz para sua alma. Quando ia à cidade, ao passar
diante das portas dos mosteiros onde teria podido servir a Deus com todas
as suas forças, parecia-lhe que uma força interior e poderosa
a atraía e ela experimentava uma santa inveja das virgens que ali
estavam encerradas.
Mas,
que abismo entre os seus primeiros anos e seu estado atual! Embora a voz
que a chamava ao estado religioso continuasse forte, poderosa e insistente,
Rita sabia que não podia mais levar o frescor virginal de sua vida
de menina e achava-se indigna de viver entre as virgens consagradas a
Deus. Rita encorajou-se, porém, e resolveu fazer uma tentativa.
Bateu
à porta do convento das agostinianas de Santa Maria Madalena e
expôs à superiora o seu ardente desejo. Seu aspecto humilde
e piedoso causou excelente impressão na religiosa; mas o convento,
que somente recebia jovens solteiras, jamais havia aberto suas portas
para uma viúva, e a pobre mulher se viu rejeitada. Imaginem em
que estado de alma Rita voltou a Roccaporena!
Ela
continuou com suas orações, suas mortificações,
suas boas obras e, tendo retomado a confiança, voltou ainda por
duas vezes à porta do mosteiro de Santa Maria Madalena, sofrendo
duas novas rejeições. Rita se abandonou à vontade
de Deus, recomendando-se mais do que nunca a seus santos protetores.
Quando
Deus a viu perfeitamente resignada e confiante, teve compaixão
dela e, uma noite, quando estava em oração, ouviu chamar:
"Rita! Rita!". Ela não viu ninguém e, pensando
ter se enganado, voltou às suas orações. Mas, pouco
depois, ouviu novamente: "Rita! Rita!". Desta vez, teve a certeza
de que não se enganara. Levantando-se, abriu a porta e foi à
rua. Eram 3 homens e Rita não tardou a reconhecê-los: eram
seus protetores São João Batista, Santo Agostinho e São
Nicolau de Tolentino, que a convidaram para segui-los.
Em
êxtase, como num sonho, ela os seguiu e em pouco tempo estava em
Cássia, diante do convento de Santa Maria Madalena. As religiosas
dormiam e a porta estava bem trancada. A mesma porta que por três
vezes se fechara diante dela, a porta que lhe era a entrada do paraíso
terrestre. Era impossível abrir essa porta por meios humanos, mas
os santos que Deus enviara para acompanhá-la fizeram com que Rita
se encontrasse no interior do mosteiro.
Quando
as religiosas desceram para se reunir no coro, ficaram estupefatas ao
encontrar a santa mulher que tinha sido insistentemente rejeitada. Como
entrara ela, se o mosteiro estava completamente fechado e não havia
sinal algum de abertura ou arrombamento? As freiras se impressionaram
com o relato que Rita fez do acontecido e, diante de um milagre tão
estupendo, reconheceram os desígnios de Deus e admitiram jubilosas
em sua companhia aquela criatura que era mais angelical que humana.
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Os
três protetores
de Santa Rita
mostram-lhe
o caminho. |
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A
vida no convento
A
primeira coisa que Rita fez, ao ser admitida no convento, foi repartir
entre os pobres todos os bens que possuía. Livre dos empecilhos
terrenos, admirável era a sua obediência, profunda era a
sua humildade, grandes eram as suas mortificações e penitências.
Para
colocar à prova a obediência da noviça, a superiora
do convento ordenou-lhe que regasse de manhã e à tarde um
galho seco, provavelmente um ramo de videira ressequido e já destinado
ao fogo. Rita não ofereceu dificuldade alguma, e de manhã
e de tarde, com admirável simplicidade, cumpria essa tarefa, enquanto
as irmãs a observavam com irônico sorriso. Isso durou cerca
de um ano, segundo certas biografias da santa.
Um
belo dia as irmãs se assombraram: a vida reapareceu naquele galho
ressequido, surgiram brotos, apareceram folhas e uma bela videira se desenvolveu
maravilhosamente dando a seu tempo deliciosas uvas. E essa videira, velha
de vários séculos, ainda hoje está viçosa
no convento.
Em 1443 veio
à Cássia para pregar a Quaresma São Tiago de La Marca.
O sermão da paixão de Nosso Senhor sensibilizou profundamente
Rita que havia comparecido junto com as outras religiosas para ouvir a
pregação.
Voltando
ao convento, profundamente emocionada com o que ouvira, prostrou-se diante
da imagem do crucifixo que se achava em uma capela interior e suplicou
ardentemente a Jesus que lhe concedesse participar de suas dores. E eis
que um espinho se destacou da coroa do crucifixo, veio a ela e entrou
tão profundamente em sua testa que a fez cair desmaiada e quase
agonizante. Quando voltou a si, a ferida lá estava atestando o
doloroso prodígio.
Enquanto
as chagas de São Francisco e de outros santos tinham a cor do sangue
puro e não eram repugnantes, a de Rita se converteu numa ferida
purulenta e fétida, de maneira que a pobre vítima, para
não empestear a casa, teve de ser recolhida a uma cela distante
onde uma religiosa lhe levava o necessário para viver. Ela suportou
a ferida durante 15 anos.
Em 1450 foi
celebrado o jubileu em toda a Cristandade e como algumas irmãs
estavam se preparando para ir a Roma, Rita manifestou um ardente desejo
de as acompanhar, mas seu estado de saúde estava se agravando devido
à ferida que o espinho havia deixado em sua testa.
Sendo assim
as irmãs acharam que Rita não deveria ir. Então ela
pediu a Deus para a ferida desaparecer e foi mais uma vez atendida e conseguiu
acompanhar as irmãs agostinianas a Roma, com grande proveito para
sua alma. Mas logo que voltou da viagem a ferida reapareceu e também
uma enfermidade incurável que lhe causava um grande sofrimento.
Incapaz de
se alimentar durante os últimos dias de sua vida, Rita alimentava-se
apenas da Santa Comunhão. Em meio às dores que castigavam
seu corpo ela conservava a alegria do espírito e um sorriso encantador
brilhava constantemente em seu rosto.
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A
morte de Santa Rita
No
último período de sua vida aconteceu um fato que era a prova
do carinho que Deus dispensava à sua Serva. Durante um rigoroso
inverno, pessoas de Rocaporena descobriram na horta de Rita uma roseira
coberta de lindas rosas e uma figueira com frutos maduros e saborosos.
Rita ficou feliz com esta maravilhosa notícia e sentiu-se profundamente
consolada e louvava cada vez mais a Deus.
Explicam
esses fatos o piedoso costume de enfeitarem a imagem da Santa, particularmente
no dia de sua Festa, com rosas, figos, cachos de uvas e abelhas. A Santa
Igreja mesma parece querer perpetuar o milagre das rosas aprovando a Bênção
das Rosas que se faz no dia da Festa ou no dia 22 de cada mês, para
alívio dos enfermos.
A doença
da Santa estava cada dia piorando e as dores tinham se tornado insuportáveis.
Com orações e santas aspirações ela se preparou
para receber os sacramentos finais e entre expressões de amor a
Jesus e Maria sua alma se libertou dos vínculos que a prendiam
à terra. Finalmente, com mais de 70 anos de idade e 40 de vida
religiosa, faleceu Santa Rita em Cássia no velho Convento das Agostinianas
no dia 22 de maio de 1457, recheada com visões celestiais e depois
de ter recebido com muita piedade os últimos sacramentos.
Neste momento
mãos invisíveis tangeram os sinos do convento e da vila
de Cássia entoando um hino triunfal das esposas eternas, convidando
a comunidade e a população para fazer um coro na glorificação
da alma daquela que viveu e morreu na santidade.
A morte de
Rita foi acompanhada de muitos milagres. Na cela onde ela faleceu apareceu
uma luz de grande esplendor e um perfume especial se fez sentir em todo
o mosteiro. A ferida do espinho, antes de aspecto repugnante tornou-se
brilhante, limpo e da cor de rubi. Centenas de pessoas compareciam ao
convento para ver a "Santa" cujo cadáver ficou em exposição
além do tempo legal. As religiosas cantavam hinos de agradecimento
a Deus por ter exaltado no céu e na terra sua serva.
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O
corpo de
Santa Rita
se encontra
exposto em
Cássia.
(Foto tirada
em 2004) |
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Beatificaçao
e canonização
O
culto à bem aventurada da vila de Cássia rapidamente se
estendeu sobre a Itália e as nações de Portugal e
Espanha, onde por causa dos milagres obtidos por sua intercessão
o povo lhe deu o nome de " Santa das Causas Impossíveis".
Em 1628 Urbano VIII lavrou o decreto de beatificação da
Santa com um especial indulto do Papa Bento XIII de 1727.
Muitos
contratempos fizeram com que se protelasse a canonização,
que só aos 24 de Maio de 1900 se realizou sob o pontificado de
Leão XIII. Contudo, já em 1577 se erguia em Cássia
uma igreja à Santa das causa desesperadas e impossíveis.
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